domingo, 28 de fevereiro de 2010

Sol, Sol, estás a ouvir?!


Querido solinho, volta sim?!
Não posso mais com estes dias cinzentos e molhados!

Noticias desportivas (actualizado)

A poucas horas do jogo que cruza a equipa do Sporting com a equipa do F.C.Porto, e com o Benfica a dominar e vencer ontem no estádio do Leixões por 4-0, e o Braga a cumprir também as suas obrigações vencendo ao olhanense, na sua casa por 3-1, aqueles que quer queiramos quer não, são dois grandes do campeonato português defrontam-se hoje, numa partida que conta para a 21ª jornada. o Porto encontra-se de momento em 3º lugar com 43 pontos, a 8 do segundo, o Braga, e a 9 do primeiro, Benfica. Enquanto que o Sporting está a ocupar a 5ª posição da tabela com 29 pontos, atrás do Guimarães que tem 30 pontos, com mais um jogo. se o Porto ganhar, ficará a 6 do líder Benfica, e a 5 do segundo, Braga, relançando-se assim pela luta do titulo, e dando novamente mais vida ao campeonato. se por outro lado o Sporting vencer, será óptimo para os seus adeptos e simpatizantes que desesperam para que a equipa acerte finalmente e consiga ainda lutar por um lugar mais cimeiro no campeonato.
Em suma, um encontro entre duas equipas grandes do futebol nacional, um encontro entre duas equipas fortíssimas que se respeitam mutuamente, e que por motivos bastante diferentes, ambas precisam de ganhar a todo o custo. com ambos os planteis repletos de qualidade, qualquer jogador pode fazer a diferença.

a pergunta que faço é:

Quem vai ganhar este jogo???




Pós-jogo:
vitória convincente e merecida do Sporting num jogo em que, confesso que me surpreendeu muito. pessoalmente esperava uma vitória do Futebol Clube do Porto. Pessoalmente, como verdadeiro Benfiquista que sou, fico satisfeito com o resultado, apesar deste não interferir no meu ponto de vista nas hipóteses do Benfica ser campeão...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O regresso do "outro"

É tão bom chegar a sexta feira à noite, colocar algumas peças de roupa numas malas e fazer-me à estrada para passar mais um fim de semana em casa dos meus pais, na "minha" casa, no meu lar, no meu aconchego, onde vou ter com certeza a comidinha da mamã para consolar o estômago, onde com certeza vou encontrar aquele conforto a que estou habituado. Onde vou encontrar o "meu sofá", e nele me vou esticar todo depois de jantar enquanto a família toda resmunga porque faço sempre aquele gesto quando venho à sexta feira à noite.. Aquele que foi o meu primeiro lar, será para todo o sempre o meu lar, independentemente de o ser em modo permanente ou em modo parcial. Como na maioria das sextas feiras,, faço-me à estrada, e a pensar em coisas mínimas, tais como interrogar-me acerca do que a mamã teria preparado para o jantar desta vez, juntando isso à fome que o meu estômago insistia em não querer esquecer a viagem até passou mais rápido do que eu esperava. Sem dar por ela lá estava eu a entrar em casa, qual não é o meu espanto que mal fecho a porta da entrada oiço uma voz a dizer "olha, já chegou o outro" após reconhecer aquela voz, olho para o lado e vejo que o detentor da voz que tinha provocado impacto em mim com as palavras que proferira segundos antes estava a ocupar o "meu sofá" na posição em que só eu o costumava ocupar. Uma enorme fúria nasce em mim, tinha vontade de começar à pancada nele, e tive que fazer um enorme esforço para me controlar. O meu maior espanto foi olhar para os meus pais e vê-los assentir com naturalidade aquilo que alguém tinha dito, como se fosse a maior verdade do mundo. Parei por algum tempo, sem se quer pousar as malas. Parecia que estava colado ao chão, e permaneci naquela posição alguns segundos. Acalmei-me e tentei que a calma permanecesse, tentei agir com calma e naturalidade, mas apesar do meu enorme esforço isso não se verificou. O jantar foi acompanhado por um clima tenso, mas mais tenso ficou quando dou conta que esse alguém usava os meus chinelos e a minha camisola. Ele tinha-me tratado à minutos atrás como sendo eu "o outro", usava as minhas coisas, e ocupava o meu lugar da forma que só eu o ocupava. Era nítido que alguém tinha entrado sem bater à porta, e se tinha apoderado do que me pertencia sem pedir ordem, mas o mais frustrante era ver a naturalidade com que os meus pais assentiam isso.
Após o jantar saio porta fora sem dar uma única satisfação a ninguém, isso não é de todo normal em mim. começo a caminhar por entre a chuva até que dou por mim sentado no chão, e como já é habitual, não só, mas principalmente em situações complicadas, com fumo a erguer-se de uma das minhas mãos, encontro-me na solidão a pensar naquilo que se tinha passado, em tudo o que se estava  a passar, naquilo que estava a acontecer. Após algum tempo, e mesmo com a chuva e o frio a perturbar o meu pensamento chego a uma conclusão. Alguém tinha entrado naquele que foi o meu primeiro lar, e naquele que será para sempre o meu lar, alguém tinha entrado na "minha casa" e tinha tomado o meu lugar. Era revoltante para mim o que tinha acabado de acontecer. Chegar a casa, ser tratado como "o outro" e ver alguém a usar as minhas coisas com a maior das naturalidades provocava em mim uma fúria tão grande que tinha momentos que não me conseguia controlar e começava a atirar pedras para tudo quanto era sitio. Eis então que um rol de perguntas sem resposta começaram a nascer na minha cabeça, e perguntas tais como: "o que estou eu aqui fazer?", "como é possível que alguém tenha tomado o meu lugar e usado as minhas coisas?" "como é possível que eu seja "o outro" na "minha própria casa"?", "o que é que eu estou aqui a fazer, não só aqui mas no mundo?", estas e muitas outras perguntas semelhantes nasceram na minha cabeça, provocando em mim uma incerteza tão grande que tive vontade de agarrar no carro e ir embora sem avisar ninguém e nunca mais voltar. Parece-me a mim que perdi aquilo que, talvez fosse o melhor que tinha na vida. perdi um pouco do estatuto que tinha na "minha" casa, no meu lar. Parece que agora alguém me substituiu e me superou, efectivamente em mim paira um sentimento de revolta. Sinto que fui trocado, e trocado por alguém que não possui raízes nem ramos na árvore genealógica da minha família. Fui trocado por um estranho, e de repente eu sou o "outro"
Efectivamente, em mim não nasce só um rol de perguntas sem resposta, em mim não nasce só fúria e tristeza, em mim nasce, sem a menor duvida, a maior crise existencial da minha vida, onde a pergunta "o que é que eu ando aqui a fazer, não só aqui em casa, mas no mundo. qual é o meu lugar aqui e no mundo?", ganha forças e não respostas e provoca em mim um descontrolo fenomenal. sem saber o que fazer, sem saber que rumo tomar, dou por mim encharcado novamente a caminhar.
  vida não me sorri. O fim de semana avizinha-se negro e tenso, e efectivamente, perdi o meu lugar no meu próprio lar. a vida não é justa.
 Sem saber o que fazer, continuei a vaguear, numa tentativa de ir ao encontro do infinito...
Efectivamente, perdi aquilo que mais bom tinha na minha vida. perdi o meu lugar no meu próprio lar. perdi o meu estatuto... deixei de ser eu...
  

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

24 de Fevereiro de 2010, um ano depois

Há um ano atrás, o meu mundo caiu, o barco afundou rispidamente, a minha avida mudou!
O que parecia ter sido 3 meses a dois, com 'sonhos futuros', sorrisos e cumplicidades chegara ao fim, ou nem nunca existiu e foi tudo ilusão minha!
Um fim com justificações parvas, sem qualquer sentido, contraditórias, o que dois dias antes era 
-"Olha nos meus olhos - Amo-te ", passava a ser 
-" Gosto muito de ti, mas isto tem de acabar, vais sofrer quando eu partir(que nunca aconteceu!), podemos continuar a fazer tudo como fazíamos mas sem nos relacionar, sem fazer amor!" (então a relação era só sexo?!)- continuo sem perceber estas justificações, mas também já não quero saber! 
Ainda bem que acabou, mas isso penso hoje, foram meses que doem, meses em que a ferida estava aberta, teimava em sangrar constantemente e não sarar,  duvidas e 'porquês' que não não encontravam respostas.
Após um ano, ainda não percebi se me fez mais bem  que mal ou vice versa, encontra-se 50/50!
A verdade é que eu sinto falta do que era antes de te conhecer, quando não sentia, não pensava, os problemas passavam-me ao lado, era livre e feliz sem preocupações. Depois de estar contigo muito mudou, penso e sinto, penso de mais, em tudo, no viver e viver 'correctamente' que no fundo não é viver, sinto em mim todas as emoções e não sei lidar com elas, tenho dificuldade em distingui-las e separá-las, tudo isto ocupa a minha mente, pesa e transtorna-me. Estes aspectos entre tantos outros não são totalmente negativos como os pinto, só que custa olhar para trás e ver que antes estava sempre num bem estar, nem que fosse mínimo, custa também tudo o que aconteceu, tudo o que senti, todas as vezes que a vida não fazia sentido de ser, todos os problemas que se seguiram a este fim, que na verdade nunca teve um inicio definido.
Doeu saber que aqueles três meses em que tinha sido feliz, não tinham passado de um triângulo amoroso, de uma fachada, que grande parte do mundo à minha volta tinha essa noção, só eu não! Mas, facto é que esses meses verdadeiros ou não, foram bons e acho que não me arrependo deles, acho, agora as certezas sobre tal já não me interessam, a página virou-se e o capítulo mudou!
O pós meses feliz e apaixonada foram tão  sombrios, negros, uma apatia perante a vida, um desejo de não viver e tudo acabar, uma crise de identidade, de tudo, nada sabia, nem mesmo o que eu era neste mundo. Mesmo perante tal cenário, esboça-se um sorriso nos meus lábios e forma-se uma lágrima no canto do olho. Sorrisos e lágrimas fruto de algo que só se sente, não se explica, emoções que ocorrem quando se vêm luzes num buraco tão negro, luzes que nunca desistiram de mim, de me fazer sorrir, luzes que estavam sempre a meu lado, mesmo que longe fisicamente, que limpavam as lágrimas e me abraçavam transmitindo todas as suas boas energias, mesmo que eles próprios estivessem num buraco como o meu.
Só por isto, por estes laços fortificados, estas pessoas que nunca me deixaram desistir, que acreditaram, valeu a pena tudo o que tanto doeu, por elas a vida tem mais valor, faz todo o sentido.

Nunca ouvis-te da minha boca, nunca o disse ou escrevi, mas AMEI-TE e tal como tu achas, eu também acho que guardo rancores, mas estão guardados, fechados no passado e é aí que vão permanecer, não mexas ou tentes mexer neles, não há necessidade de saírem do passado e instalarem-se num presente.

Foi um capítulo  de vida estranho, também nós somos estranhos e essa estranhesa mantêm-se e manter-se-á numa certa distancia, num muro imaginário, um nível de confiança que não se toca, pois o muro não permite.
Hoje não vou comemorar como disseste, mas agradeço-te os bons momentos e o fim, que apesar de tudo me trouxe coisas boas.




Pensamento da noite!!! :)

"Carpe Diem"
aproveitem a vida!

Coisas estranhas...

Desta vez decidi premiar os leitores com uma curiosidade, muito muito, mesmo muito curiosa!!
 Os eng civis, juntamente com os arquitectos andam por ai a vaguear e a inventar cada coisa, coisas que me deixam completamente perplexos. Mas, já antigamente se construía de uma forma estranha!!!!!
ora vejam dois exemplos do que falo:

a arquitectura antiga: 

 

ou então a arquitectura moderna: 
 

Realmente fiquei mesmo sem palavras!!!


 mais em:
http://detrolhaaengenheiro.wordpress.com/2007/10/03/as-casas-mais-estranhas-do-mundo/
http://www.estranhomasverdade.com/forum/index.php?topic=8139.0
http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://decoracaofacil.com/wp-content/gallery/arquitectura/arquitectura-moderna-casa-arquitecto-1.jpg&imgrefurl
 e muitos outros!!!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Será que aquela pessoa que nos ocupa o pensamento constantemente pensa em nós?
Tanto como nós? Será que pelo menos se lembra de nós?
Aquelas pequenas coisas que nos fazem associar a ela, movimentos, palavras, actos...elas também fazem uma associação semelhante à nossa?
Será que se lembram daquilo que nos disseram? De dizer e ouvir gosto de ti, não quero perder-te NUNCA!?

Talvez NUNCA  vá saber, também pelo menos assim tenho as duas hipóteses, o Sim, lembro-me, és uma constante, incessante, ou o Não!
Assim sem saber, prefiro acreditar que sim!


P.S.- Eu penso em ti, lembro-me de ti, de palavras proferidas, és uma constante...não quero que deixes de o ser nunca!

Madeira, fevereiro 2010

 
(Foto in: http://jn.sapo.pt/multimedia/galeria.aspx?content_id=1499938 - segundo a fonte, foto de Tiago Rosas)

É sabido que a natureza gosta de se esconder, mas por vezes têm a capacidade de mostrar ao mundo a sua verdadeira força. Como a politica de planeamento urbano e geográfico na ilha da Madeira não é a melhor, a natureza destruiu parte da ilha deixando imensas vitimas mortais, imensos desaparecidos e imensos desalojados. São estas as consequências de uma "catástrofe natural" sobre uma politica de urbanismo descontrolada na bela ilha da Madeira.
Em suma, a catástrofe era inevitável, mas os danos, se a politica urbanista fosse outra, com certeza que seriam não na sua maioria, mas numa grande parte, muito menores do que foram, e a situação da ilha seria com certeza bastante melhor do que a actual situação que se verifica.

Bernardino

Efectivamente, como humanos que somos não podemos decidir a verdadeira extensão da vida, mas podemos torná-la profunda e viver cada momento como se fosse o último! Como? talvez um pouco com a ajuda da verdadeira amizade. Um amigo verdadeiro é alguém que crê em nós mesmo quando nós deixamos de crer em nós mesmos...
alguem uma vez disse que a amizade é um dom que muitos possuem, mas poucos sabem cultivar.

poucos, mas felizmente ainda tenho bons amigos! um forte abraço e um obrigado para eles!




Bernardino

onde andam as forças?

Já não consigo arranjar argumentos suficientemente credíveis para descrever o que vai dentro de mim. Mas, subitamente acontece algo que me muda um pouco. Uma conversa, por mais k sem motivo especial para acontecer acaba sempre por ser indispensável ao meu estado. Falo de uma conversa em que o outro membro é uma pessoa totalmente humana, que, sem obrigação nenhuma para tal, se dedica e me ajuda. Ainda existem boas pessoas neste mundo. O complicado é descobri-las. Acho que a mim foi como que uma dádiva vinda do além, como que num momento mesmo fulcral da minha vida aparece assim quase como que impensável, imprevisível, alguém capaz de me ajudar, simplesmente com umas palavras. Será um dom? O que é não sei, mas também não estou muito preocupado com isso. Só estou preocupado em aproveitar o momento, aproveitar o facto de ter alguém que me faz tanto bem. E os antecedentes, esses pouco importam. O que vai dentro de mim é como que inexplicável e inconfundível. É absurdo alguém pensar dia e noite nas mesmas questões, e a cada momento uma nova pergunta sem resposta a pairar dentro de mim. É como que se a chama se apaga um pouco mais a cada segundo que passa, e, pelos sabedores antigos a chama tem que ser inapagável. É como que a barra da energia está a chegar ao fim, e a luz de aviso já a muito que acendeu. O motor está a fraquejar, e já não encontro a face da terra um motivo suficientemente bom para não o deixar parar de vez. Apesar de, existir gente que merece que eu não o deixe apagar, a vida trama-me de tal maneira que numa batalha entre quem merece e quem não merece, juntando quem merece mas está para não merecer, e quem penso que merece e pode não o merecer, a batalha está praticamente ganha pelos cavaleiros do mal. Mas, eu, que admitindo publicamente que sou fraco, ainda não me deixo derrotar, porque a esperança é como que a rainha de muita coisa. Enquanto eu tiver força, enquanto eu tiver uma gota de sangue, lutarei até não poder mais, nem que já não seja por mim, mas por aqueles que ainda conseguem demonstrar que gostam de mim assim…
Eles sabem quem são.
OBRIGADO


Bernardino 

Espaço...??

Ultimamente olho-me ao espelho e não me reconheço. Sinto que estou distante de mim mesmo, e após muitos dias para analisar o problema consegui chegar a uma conclusão, que é sem margem para duvidas a conclusao correcta, pois, ponderei imenso antes de concluir que estava correcto. Olho para mim e sinto-me uma pessoa fechada, que já nao é capaz de falar com os proprios botões, que não consegue fazer um programa solitário como a velha e boa maneira antiga. Talvez por antes fazer programas sozinho me sentisse a pessoa que me sentia. Sentia-me bem com o mundo, mas acima de tudo sentia-me bem comigo mesmo. Hoje olho para mim e vejo uma pessoa completamente fechada, sinto-me mal com o mundo, mas pior ainda é o facto de me sentir mal comigo mesmo. Preciso de ar. Peciso de solidão. Preciso de espaço para pensar. preciso de falar com os meus botões. Preciso de beber uns copos. Preciso de me re-aproximar daqueles de que ultimamente me tenho afastado. Preciso de tanta coisa, que juntando tudo o que preciso com aquilo tudo que agora tenho e que nao quero perder, tinha a felicidade bem proxima...

Faz-me falta espaço para mim mesmo, nao tirando prestigio aos que me rodeiam. Mas preciso mesmo de tempo de mim para mim. De mim para o meu interior. Como a velha máxima do “conhece-te a ti mesmo” pois, só tendo perfeito conhecimento de nós proprios podemos tentar perceber com clareza os outros.

Será que o mundo vai ter paciencia para mim quando eu tentar ter um pouco do espaço que tinha antes e que me faz falta agora? Será que o mundo vai perceber que preciso de tempo para falar comigo mesmo, que preciso de me voltar a fechar um pouco? Será?

Mais uma vez estou assombrado com uma nova questão que nasce em mim, e mais uma vez sem que eu estivesse a espera...

Mais uma vez a vida pos-me o pé a frente sem eu dar conta

Será que me vou equilibrar? Ou será desta vez que vou com a cara ao chão? Ou será que estou numa daquelas situações que mais parece que nos vamos mandar do 7º andar, de cabeça e com as maos atrás das costas?

Mais uma vez estou a deprimir com uma nova questão

Mais uma vez nao sei que fazer

Mais uma vez...

Mais uma vez...

Mais uma vez...


Bernardino

domingo, 21 de fevereiro de 2010


It's more than just words: it's just tears and rain.
I'm so cold from fear

Pensamento do dia:

que carreguem 50 quilos sobre os ombros daqueles que me condenam por atitudes menos boas quando eles possuem um curriculo de atitudes completamente indignas ao longo da vida, e que se perspectiva que não exista emenda possivel...



Bernardino

O maior erro do ser humano

Efectivamente, para mim, actualmente o maior erro do ser humano é ambicionar a perfeição, ambicionar ser perfeito e que o seu parceiro o seja. ambição de perfeição, perfeição essa que, efectivamente nao existe, ou, pelo menos não existe da forma como o humano a idealiza. o humano tenta ainda moldar os outros humanos que o rodeiam à sua imagem, e esse é, então o segundo maior erro do humano. Em suma, o humano é egoista e só pensa em si proprio, ambicionando a perfeição do parceiro, e tentando moldar todos aqueles que o rodeiam à sua imagem, intitulando-se automaticamente a sí próprio de "ser humano perfeito".

se os espelhos mostrassem para lá da imagem o mundo podia ficar a beira do abismo quando a maioria dos humanos descobrisse que realmente não é nada que se assemelhe a perfeito.

em suma, o humano é um ser dotado de defeitos, que se auto-intitula de perfeito e tenta moldar os outros à sua imagem. este é o quotidiano do mundo em que vivemos.

depois ainda dizem que vivemos num mundo cheio de qualidade de vida...


Bernardino